Em ocasião de uma palestra de Robert Langdon no Teatro Sanders de Havard para 500 alunos, um deles argumenta:
[...]
- A gente não pode entrar na maçonaria. Os maçons são uma sociedade supersecreta!
- Supersecreta? É mesmo? – Langdon se lembrou do grande anel maçônico que seu amigo Peter Solomon ostentava com orgulho na mão direita. – Então por que os maçons usam anéis, prendedores de gravatas ou broches maçônicos à vista de todos? Por que os prédios maçônicos possuem indicações claras? Por que os horários das suas reuniões são publicados no jornal? – Langdon sorriu ao ver todas as expressões intrigadas. – Meus amigos, os maçons não são uma sociedade secreta … eles são uma sociedade com segredos.
- Dá na mesma – murmurou alguém.
- É? – desafiou Langdon. – Você diria que a Coca-Cola é uma sociedade secreta?
- É claro que não – respondeu o aluno.
- Bom, e se você batesse na sede da corporação e pedisse a receita da Coca-Cola original?
- Eles nunca iriam me dar.
- Exatamente. Para conhecer o maior segredo da Coca-Cola, você precisaria entrar para a empresa, trabalhar por muitos anos, provar que é de confiança e, depois de muito tempo, alcançar os mais altos escalões, nos quais essa informação poderia ser compartilhada com você. E então você assinaria
um termo de confidencialidade.
- Então o senhor está dizendo que a Francomaçonaria é como uma grande empresa?
- Só na medida em que tem uma hierarquia rígida e leva a confidencialidade muito a sério.
- Meu tio é maçom – entoou a voz aguda de uma moça. – E a minha tia detesta, porque ele não conversa sobre isso com ela.
Ela diz que a Maçonaria é tipo uma religião estranha.
- Um equívoco muito comum.
- Mas então não é uma religião? – Façam a prova dos nove – disse Langdon. – Quem aqui assistiu ao curso do professor Whiterspoon sobre religião comparada?
Várias mãos se levantaram.
- Muito bem. Então me digam, quais são os três pré-requisitos para uma ideologia ser considerada religião?
- Garantir, acreditar, converter – respondeu uma jovem.
- Correto – disse Langdon. – As religiões garantem a salvação; as religiões acreditam em uma teologia específica; e as religiões convertem os não fiéis. – Ele fez uma pausa. – Mas a Maçonaria não se enquadra em nenhum desses três critérios. Os maçons não fazem promessas de salvação, não têm uma teologia específica, nem tentam converter ninguém. Na verdade, nas lojas maçônicas, conversas sobre religião são proibidas.
- Então … a Maçonaria é anti-religiosa?
- Pelo contrário. Um dos pré-requisitos para se tornar maçom é que você precisa acreditar em uma força superior. A diferença entre a espiritual idade Maçônica e uma religião organizada é que os maçons não impõem a esse poder
nenhuma definição específica ou nomenclatura. Em vez de identidades teológicas definitivas como Deus, Alá, Buda ou Jesus, os maçons usam termos mais genéricos como Ser Supremo ou Grande Arquiteto do Universo. Isso possibilita a união de maçons de crenças diferentes.
- Parece meio esquisito – comentou alguém.
- Ou, quem sabe, estimulante e libertador? – sugeriu Langdon.
- Nesta época em que culturas diferentes se matam para saber qual é a melhor definição de Deus, poderíamos afirmar que a tradição maçônica de tolerância e liberdade é louvável. - Langdon caminhou pelo tablado. – Além do mais, a
Maçonaria está aberta a homens de todas as raças, cores e credos, e proporciona uma fraternidade espiritual que não faz qualquer tipo de discriminação.
- Não faz discriminação? – Uma integrante da Associação de Alunas da universidade se levantou. – Quantas mulheres têm permissão para serem maçons, professor Langdon?
Langdon ergueu as mãos, rendendo-se.
- Bem colocado. As raízes tradicionais da Francomaçonaria são as guildas de pedreiros da Europa, o que a tornava, portanto, uma organização masculina. Centenas de anos atrás, há quem diga que em 1703, foi fundado um braço feminino chamado Estrela do Oriente. Essa organização possui mais de um milhão de integrantes.
- Mesmo assim – disse a mulher -, a Maçonaria é uma organização poderosa da qual as mulheres estão excluídas.
Langdon não sabia ao certo quão poderosos os maçons ainda eram e não estava disposto a enveredar por essa seara. As opiniões sobre os maçons modernos iam de um bando de velhotes inofensivos que gostavam de se fantasiar … até um conluio secreto de figurões que controlava o mundo. A
verdade estava sem dúvida em algum lugar entre essas duas concepções.
- Professor Langdon – disse um rapaz de cabelos encaracolados na última fileira -, se a Maçonaria não é uma sociedade secreta, nem uma empresa, nem uma religião, então o que é?
- Bem, se você perguntasse isso a um maçom, ele daria a seguinte definição: a Francomaçonaria é um sistema de moralidade envolto em alegoria e ilustrado por símbolos.
- Isso me parece um eufemismo para “seita de malucos”.
- Malucos, você disse?
- É isso aí! – disse o aluno, levantando-se. – Sei muito bem o que eles fazem dentro desses prédios secretos! Rituais esquisitos à luz de velas, com caixões, forcas e crânios cheios de vinho para beber. Isso, sim, é maluquice!
Langdon correu os olhos pela sala.
- Alguém mais acha que isso é maluquice?
- Sim! – entoaram os alunos em coro.
Langdon deu suspiro fingido de tristeza.
- Que pena. Se isso é maluco demais para vocês, então sei que nunca vão querer entrar para a minha seita.
Um silêncio recaiu sobre a sala. A integrante da Associação de Alunas pareceu incomodada.
- O senhor faz parte de uma seita?
Langdon assentiu com a cabeça e baixou a voz até um sussurro conspiratório.
- Não contem para ninguém, mas, no dia em que o deus-sol Rá é venerado pelos pagãos, eu me ajoelho aos pés de um antigo instrumento de tortura e consumo símbolos ritualísticos de sangue e carne.
A turma toda fez uma cara horrorizada.
Langdon deu de ombros. – E, se algum de vocês quiser se juntar a mim, vá à capela de Harvard no domingo, ajoelhe-se diante da cruz e faça a santa comunhão.
A sala continuou em silêncio.
Langdon deu uma piscadela.
- Abram a mente, meus amigos. Todos nós tememos aquilo que foge à nossa compreensão.
Damon e Pítias
Entenda a história dessas duas personagens que foram realmente um exemplo de amizade.
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Damon e Pítias
Pítias, condenado à morte pelo tirano Dionísio, passava na prisão os seus últimos dias. Dizia não temer a morte, mas, como explicar que seus olhos se enchessem de lágrimas ao ver o caminho que se abria diante das grades da prisão? Sim, era a dura lembrança dos velhos pais! Era ele o arrimo e o consolo deles. Não mais suportando, um dia Pítias disse ao tirano:
- Permita-me ir à casa abraçar meus pais e resolver meus negócios. Estarei de volta em quatro dias, sem acrescentar nem uma hora a mais.
- Como posso acreditar na sua promessa? Os caminhos são desertos. O que você quer mesmo é fugir - respondeu Dionísio, irônica e zombeteiramente.
- Senhor, é preciso que eu vá. Meus pais estão velhinhos e só contam comigo para se defenderem - insistiu Pítias com o olhar nublado de lágrimas.
Vendo que o tirano se mantinha irredutível, Damon, jovem e amigo de Pítias, interveio propondo:
- Conceda a licença que meu amigo pede; conheço seus pais e sei que carecem da ajuda do filho. Deixe-o partir e garanto sua volta dentro dos dias previstos, sem faltar uma hora, para lhe entregar a cabeça.
A resposta foi um não categórico. Compreendendo o sofrimento do amigo, Damon propôs ficar na prisão em lugar de Pítias e morreria no lugar dele se necessário fosse. O tirano, surpreendido, aceitou a proposta e depois de um prolongado abraço no amigo, Pítias partiu.
O dia marcado para sua execução amanheceu ensolarado. As horas passavam céleres e a guarda já se mostrava inquieta. Entretanto, Damon procurava restabelecer a calma, garantindo que o amigo chegaria em tempo.
Finalmente chegara a hora da execução. Os guardas tiraram os grilhões dos pés de Damon e o conduziram à praça, onde a multidão acompanhava em silêncio a cada um dos seus passos.
Subiu, então, ao cadafalso. Uma estranha agitação levou a multidão a prorromper em gritos. Era Pítias que chegava exausto e quase sem fôlego. Porém, rompendo a multidão, galgou os degraus do cadafalso, onde, abraçando o amigo, entregou-se ao carrasco sem o menor pavor.
Os soluços da multidão comovida chegaram aos ouvidos do tirano.
Este, pondo-se de pé em sua tribuna, para melhor se convencer da cena que acabava de acontecer na praça, levantou as mãos e bradou com firmeza:
- Parem imediatamente com a execução! Esses dois jovens são dignos do amor dos homens de bem, porque sabem o quanto custa a palavra. Eles provaram saber o quanto vale a honra e o bom nome!
Descendo imediatamente daquela tribuna, dirigiu-se a Pítias e a Damon.
Dionísio estava perplexo, e os abraçando comovidamente, lhes falou:
- Eu daria tudo para ter amigos como vocês!
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Não esperem a hora final para DeMonstrarem a verdadeira amizade, pois não pode haver sempre um tirano como Dionísio.
Gills Lopes.". - gills@gills.com.br
Sênior DeMolay do Cap. "João Pessoa" nº 011
Capítulo Comparece a reunião do Bethel Acácias do Vale
O capítulo União do vale do Paraíba teve a honra de comparecer no último dia 22/05/2011 a cerimônia em homenagem ao dia das mães realizada pelo Bethel Acácias do Vale na loja Obreiros do norte oriente de Timbaúba, o capítulo União do Vale contou com três representantes que fizeram questão de reafirmar o apoio do capítulo ao Bethel Acácias do Vale ambos patrocinados pela loja Duque de Caxias Nº14 oriente de Itabaiana-PB.
Capítulo União do Vale do Paraíba realiza mais uma iniciação
O capítulo União do Vale do Paraíba Nº686, realizou no ultimo domingo (12/12/2010) a iniciação de três novos membros. Gostaríamos de dar boas vindas aos irmãos João Victor, Artur Gouvêia e Pablo Vinícius, que a partir de agora se uniram as nossas fileiras, parabenizar o capítulo pela brilhante cerimônia de iniciação.
Aproveitando a oportunidade gostaríamos de convidar a todos para reunião aberta que marcará o fim dos trabalhos desse ano com a entrega do prêmios anuais do capítulo.
EM BREVE AS FOTOS
Aproveitando a oportunidade gostaríamos de convidar a todos para reunião aberta que marcará o fim dos trabalhos desse ano com a entrega do prêmios anuais do capítulo.
EM BREVE AS FOTOS
Dia Municipal da Ordem DeMolay
Na noite da última terça-feira dia 23 de novembro de 2010 foi declarado o dia Municipal da Ordem Demolay em Itabaiana-PB. A ideia do Vereador Wellingson Chaves juntamente com o Tio Dedé Tavares foi aprovada por unanimidade no plenário da câmara municipal.
A Lei Municipal Nº 321/2010 institui o "Dia Municipal da Ordem DeMolay" na Cidade de Itabaiana, a ser comemorado no dia 15 de Agosto de cada ano.
O Capítulo "União do Vale do Paraíba" nº 686 vem a público agradecer aos Vereadores de nossa cidade em especial aos vereadores Wellingson e Dedé Tavares, ao Venerável Mestre da Ilustre e Respeitável Loja Simbólica Duque de Caxias nº14, Tio Renato, e ao Presidente do Conselho Consultivo do nosso Capítulo, Tio Élson de Morais, que através do apoio deles esse sonho se tornou possível, gostaríamos também de agradecer aos irmãos presentes na sessão na câmara municipal e aos demais tios também presentes.
Esse é mais um passo de um capítulo que cada vez mais vem se desenvolvendo e que certamente ainda irá trazer muito orgulho ao nome da Ordem Demolay.
Entrevista com o MCE ,Thiago Freire
Foi com muito orgulho que a equipe do blog conseguiu realizar a entrevista com o Mestre Conselheiro Estadual da Paraíba, Ir. Thiago Freire, que foi de uma atenção incrível equipe do blog agradece mais uma vez ao irmão pelo tempo dispensado com essa ótima conversa sobre os mais diversos assuntos.
1 - Como você conheceu a Ordem DeMolay? Quem te entregou a petição para entrar na ordem?
Tenho grandes amigos. Alguns já eram DeMolays. Então entregaram-me uma petição e apresentaram os propósitos da Ordem pelos quais fui atraído despertando meu interesse pela Ordem.
2 - Em que momento você desejou pela primeira vez ser Mestre Conselheiro Estadual?
Meu Capítulo, União do Brejo Nº39 da cidade de Guarabira, já teve dois Mestres Conselheiros Estaduais. Eles servem de exemplo para o Capítulo e são refefências para mim. A maturidade de nosso Capítulo permite que compartilhemos experiências adquiridas tanto pelos seniores DeMolays e Maçons. Depois de ocupar o cargo de Mestre Conselheiro no meu Capítulo, percebi que poderia dar algo a mais para Ordem DeMolay a nível estadual, fui aconselhado, apoiado e preparado para este desafio.
3 - Qual é sua meta a frente do Gabinete estadual?
Sabemos que Ordem DeMolay está para preparar as pessoas para o futuro, mais precisamente para formar líderes, e deste modo o Gabinete Estadual neste ano tem como missão principal desenvolver pessoas. Estamos focando nesse ponto pois acreditamos que podemos contribuir para o fim colimado pela Ordem, e é de fundamental importância este trabalho realizado na base, no início. O exemplo será um instrumento importante nesta caminhada, por isso escolhemos como lema “Com atitude se Cresce”. O Gabinete Estadual reconhece que a missão é difícil, mas todos nós que fazemos o Gabinete somos reconhecidos pelos nossos Capítulos e lideranças locais como capazes de realizar um trabalho motivador e edificante, pois são pelos frutos que se conhecem as árvores, e assim estamos para ajudar a disseminar as sementes que são o produto de cada uma das administrações capitulares, representadas pelos seus respectivos Mestres Conselheiros, organizá-las em um programa que sugerimos em nosso espaço no demolaypb, pelanamente exeqüível e que ao final esperamos entregar um belo bosque de árvores cujos frutos a posteridade poderá se deleitar.
4- Quais foram os exemplos que você acompanhou o trabalho e hoje servem como referência nas atividades do Gabinete Estadual?
Primeiramente, farei referência a exemplos dentro da Ordem, pois há exemplos aos quais procuro seguir tanto em casa, na família, como na vida. Como havia dito, os Mestres Conselheiros Estaduais que o meu Capítulo já possuiu, mostraram que o trabalho deve ser executado da melhor forma que você puder; os Past-Mestres Conselheiros, principalmente, os dos últimos cinco anos do Capítulo, aos quais tive um contato maior, também me passaram suas experiências e seu amor e dedicação pela Ordem DeMolay; vários seniores DeMolays que muito me aconselharam; e, especialmente, ao Tio José Nicodemos, ao qual tenho um imenso respeito, não só pelo que fez e faz pela e na Ordem DeMolay, mas também por praticar os ensinamentos adquiridos em sua vida diária, desde que tive maior contato com ele, a cada conversa, ele passa um pouco de sua sabedoria, é a pessoa mais sábia que conheço, com uma impressionante visão de futuro, só por conhecê-lo sou eternamente grato a Ordem DeMolay.
5 - É com atitude que se cresce, qual vai ser a atitude do gabinete estadual para com os capítulos?
O lema escolhido representa nossa missão, desenvolver pessoas para serem pessoas melhores. O exemplo é ponto central do nosso programa. Ninguém, em época nenhuma da história, segue um líder que não dá direção, um rumo, não tem objetivos e muito menos perspectivas de futuro aos seus liderados. Assim, colhi algumas idéias, ouvi irmãos, seniores, maçons e lideranças, e junto com os irmãos que hoje compõem o Gabinete juntamente comigo procuramos executar nosso programa de Gestão onde procuraremos ser transparentes, sérios, coerentes. Esperamos que os DeMolays confiem no nosso trabalho e acreditem que eles próprios sempre possam fazer mais e melhor, aquilo que já fazem bem hoje. Estamos dispostos a prestar à devida assistência a todos os capítulos, não somente com visitas presenciais, mas também repassando ensinamentos através de treinamento direcionado a padronização das rotinas administrativas dos capítulos, e nesse ponto que gostaria de captar as experiências individuais, pois sabemos que existem Capítulos que divergem em organização.
6-Alguns capítulos principalmente os situados em cidades do interior onde a ordem DeMolay ainda é pouco conhecida encontram problemas na indicação de nomes para iniciação principalmente por causa dos preconceitos em relação à maçonaria, preconceitos esses causados pela falta informação sobre ela e sobre nossa ordem, com base em sua experiência como Mestre Conselheiro de seu capítulo que conselho poderia dar a esses capítulos?
Creio que as ações sociais é um meio de desmistificar a Ordem DeMolay para os que ainda têm preconceito com ela, mas a filantropia deve ser feita da melhor maneira possível, de maneira organizada e que, por exemplo, a campanha seja grandiosa,envolvendo vários segmentos da sociedade. Podemos fazer cerimônias públicas, cerimônias de apresentação da Ordem. Depois que o forasteiro for aprovado, deve-se ir à casa dele quantas vezes for necessário, um DeMolay experiente pode conversar com seus pais, e, caso o Capítulo tenha, o Clube de Mães pode ajudar muito nesse sentido, conversando com os pais do forasteiro.
Acredito que chegará o tempo em que a Ordem estará tão conhecida que não será necessário tanto trabalho para iniciar um jovem, as famílias que desejaram que seus filhos sejam DeMolays, mas para isso temos que manter a base, manter a estrutura, a qualidade.
7 - Em diversos sites na internet destinados a causa Demolays você pode encontrar vários textos falando sobre como motivar os maçons a frequentarem às reuniões do capítulo, em sua opinião o que os capítulos podem fazer para incentivar os tios maçons a frequentarem as reuniões do capítulo?
De início, não deveria existir esse problema, pois é dever da Loja patrocinadora assistir ao capítulo, não só comparecendo nas reuniões, mas apoiando em todos os eventos. Porém, se há o problema, os DeMolays devem demonstrar que tem qualidade em suas atividades, que são responsáveis e que merecem o seu respeito, e que os objetivos da Ordem são sérios e que vocês estão empenhados em realizados da melhor maneira. O Conselho Consultivo, se atuante, pode fazer com que mais maçons compareçam as reuniões e mostrar o quanto a Ordem é interessante; quando for entrar um novo membro no Conselho Consultivo, os Consultores atuais devem realizar uma espécie de curso, uma exposição de quais são os seus deveres para com o Capítulo, para que não seja um membro do Conselho e não desempenhe a sua função. A respeito deste problema, acredito que irá diminuir muito com o ingresso dos seniores no Conselho Consultivo e na Maçonaria.
8- Como cavaleiro qual é em sua opinião e o papel do cavaleiro dentro do capítulo?
Tenho a Ordem da Cavalaria como uma continuidade da Ordem DeMolay, são passados outros ensinamentos que aperfeiçoa o DeMolay. Claro que o cavaleiro não deve ser hierarquicamente maior que o não-cavaleiro por este motivo, não deve ter preferência por ser cavaleiro; deve continuar desempenhando seu papel no Capítulo com mais responsabilidade, pois o DeMolay ao se tornar Cavaleiro deve servir mais, ser mais honrado, ser fiel em sua palavra, não mentir, ser reconhecido por seus atos, ser honesto; deve servir de exemplo para os próprios DeMolays.
9- O sênior Demolay muitas vezes é mal visto dentro do capítulo por querer dar opinião em tudo, em sua opinião qual a função do sênior dentro do capítulo?
O sênior deve servir exemplo. Mostrar o que a Ordem acrescentou a sua vida, passando os conhecimentos adquiridos, pois é um propósito da Ordem fazer com que seus membros repassem o que aprenderam, e, como exemplo poderia assistir os irmãos nas cerimônias de iniciação e elevação. Ao agir como “palpiteiro” ele está desconstruíndo o papel que deveria ser da liderança. Ao aprender a lição tolerância o DeMolay se posiciona para o horizonte e procura desenvolver uma visão aberta cujo alcance e maior, não devendo a se prender a questões pontuais, muito embora pareçam significantes, mas claro isso não lhe dá o direito de agir como um DeMolay ativo, pois estes precisam tomar suas próprias decisões, estes que estão na vez de aprender, o sênior deve aconselhar e será de grande valia sua presença no Conselho Consultivo. Alguns irmãos e Tios com quem questiono este problema acrescentam que isto ocorre por inação do Conselho Consultivo. Quanto os Conselheiros (refiro-me a maçons experientes e dedicados) estão presentes, coordenando as atividades DeMolays este problema é minizado e o fato de um Sênior integrar o Conselho ou este ser composto majoritariamente por Seniores, também não quer dizer que o problema foi resolvido. É uma questão de posição ética, de conduta, de postura do consultor. É a linha tênue que separa o demolay ativo do sênior ou sênior consultor. Visto que o sênior não amadureceu o suficiente (aos 21 anos) para exercer um papel tão importante quanto o consultoria. Ainda temos muito a avançar nesta questão. Mas acredito que na maioria dos casos a presença dos Seniores nas atividades capitulares são positivas.
10- Quais são as principais diferenças entre o Thiago Freire Araújo antes de ser DeMolay e o Thiago Freire Araújo após a iniciação?
Em sentido objetivo, eu era muito tímido, não gostava de falar, com meu ingresso na Ordem, deixei mais essa timidez, até porque tive alguns professores de oratória dentro da Ordem; com certeza, aprendi a ouvir mais; a ser mais responsável; a dedicar-me nas coisas que faço, fazendo tudo da melhor maneira.
Em sentido subjetivo, desenvolvi uma visão de futuro; adquiri muitos conhecimentos, de como tratar as pessoas, de como passar esse conhecimentos, agir da forma correta, dentro da lei, de como motivar; aprendi a administrar; liderar; e, até de certo forma, entender a psicologia humana, como as pessoas pensam, porque acham que isto está correto e isto está errado, em um momento de dificuldade o indivíduo está propenso a agir dentro da lei ou contra ela.
Tenho uma profunda gratidão com a Ordem DeMolay, não seria o que sou hoje se não fosse DeMolay. Se um DeMolay procurar viver de maneira digna, com retidão, seguindo os princípios da Ordem, com certeza será um homem de bem e será grato por ter ingressado na Ordem. Será um destaque em seu trabalho, realizando suas funções da melhor forma, e ele terá orgulho de dizer que aprendeu na Ordem DeMolay.
Ganhei responsabilidades. Particularmente, penso ser um DeMolay como um homem ético, um DeMolay deve ser exemplo, isto é um dever, uma responsabilidade do DeMolay perante os outros e com a instituição, por isso a Ordem DeMolay faz parte da minha vida nunca a esquecerei, por isso tenho a certeza que serei um homem de bem, como um Sênior do meu Capítulo diz “é melhor do que qualquer curso, de que qualquer universidade”. EU AMO A ORDEM DEMOLAY!
11 - Quais seus planos para o futuro em relação à Ordem Demolay? Pretende ser iniciado na Maçonaria?
Penso em aproveitar o meu tempo de Ativo da melhor maneira que puder. Atualmente, ocupando a função de Mestre Conselheiro Estadual, pretendo fazer o que estiver ao meu alcance para que os Capítulos da Paraíba ganhem mais qualidade, para que possamos melhorar as pessoas, para que a Ordem DeMolay Paraibana se eleve ainda mais a nível nacional. Em relação à Maçonaria, ainda falta dois anos para completar 21 anos, mas um dia pretendo, acredito que posso passar o que aprendi para aos Ativos e usar dos conhecimentos que aprendi na Ordem dentro da Maçonaria, nesta são passados outros conhecimentos que o Maçom deve adquiri e praticá-los em sua vida, mas a questão de se tornar Maçom será com o tempo, penso em terminar meu curso e conseguir minha estabilidade, após isto estarei apto a me dedicar a novos desafios.
12-Qual a importância de Demolays nas fileiras Maçônicas para ajudar os capítulos?
Primeiramente, o Sênior é DeMolay e já sentiu o que é ser DeMolay Ativo, com isso pode usar sua experiência para solução de controvérsias, para aconselhar, até porque deve servir de exemplo, mostrando que ele seguiu um caminho de retidão e agora se tornou um homem.
Claro que existem muitos Maçons, que não foram DeMolays, que se dedicam a Ordem, prestam a sua contribuição da melhor forma que podem, e às vezes se dedicam mais que alguns Seniores. Os Seniores chegam para unir-se a esses adultos, aperfeiçoarem as lições de lealdade e tolerância para agora desempenhar melhor o seu papel do Sênior DeMolay.
13 -Agradeço o irmão pela enorme atenção que deu ao blog desde o primeiro contato que foi feito e por nos responder essas perguntas, para finalizar gostaria de deixar algum recado para os nossos irmãos Demolays?
Não sou uma pessoa difícil. Também não sou um super demolay. Acredito que não é o Cargo que me faz importante. Tornei-me importante por que resolvi fazer aquilo que gostaria de fazer. Assim, se você gosta de ser um DeMolay, valorize seu tempo, dedique-se a fazer o que lhe for confiado da melhor maneira possível. Não faça de qualquer jeito, pois é você que está fazendo. Faça sempre o melhor, capriche, pois o resultado final é ganho para todos. Você é seu Capítulo e seu Capítulo é você. Serás feliz se fizerdes bem aos outros. Não luto pelo que acredito ser bom, mas para fazer melhorar o que está bom. Tenham atitude, porque “Com Atitude, Se Cresce”.
Saudações em DeMolay!!!!!!!
1 - Como você conheceu a Ordem DeMolay? Quem te entregou a petição para entrar na ordem?
Tenho grandes amigos. Alguns já eram DeMolays. Então entregaram-me uma petição e apresentaram os propósitos da Ordem pelos quais fui atraído despertando meu interesse pela Ordem.
2 - Em que momento você desejou pela primeira vez ser Mestre Conselheiro Estadual?
Meu Capítulo, União do Brejo Nº39 da cidade de Guarabira, já teve dois Mestres Conselheiros Estaduais. Eles servem de exemplo para o Capítulo e são refefências para mim. A maturidade de nosso Capítulo permite que compartilhemos experiências adquiridas tanto pelos seniores DeMolays e Maçons. Depois de ocupar o cargo de Mestre Conselheiro no meu Capítulo, percebi que poderia dar algo a mais para Ordem DeMolay a nível estadual, fui aconselhado, apoiado e preparado para este desafio.
3 - Qual é sua meta a frente do Gabinete estadual?
Sabemos que Ordem DeMolay está para preparar as pessoas para o futuro, mais precisamente para formar líderes, e deste modo o Gabinete Estadual neste ano tem como missão principal desenvolver pessoas. Estamos focando nesse ponto pois acreditamos que podemos contribuir para o fim colimado pela Ordem, e é de fundamental importância este trabalho realizado na base, no início. O exemplo será um instrumento importante nesta caminhada, por isso escolhemos como lema “Com atitude se Cresce”. O Gabinete Estadual reconhece que a missão é difícil, mas todos nós que fazemos o Gabinete somos reconhecidos pelos nossos Capítulos e lideranças locais como capazes de realizar um trabalho motivador e edificante, pois são pelos frutos que se conhecem as árvores, e assim estamos para ajudar a disseminar as sementes que são o produto de cada uma das administrações capitulares, representadas pelos seus respectivos Mestres Conselheiros, organizá-las em um programa que sugerimos em nosso espaço no demolaypb, pelanamente exeqüível e que ao final esperamos entregar um belo bosque de árvores cujos frutos a posteridade poderá se deleitar.
4- Quais foram os exemplos que você acompanhou o trabalho e hoje servem como referência nas atividades do Gabinete Estadual?
Primeiramente, farei referência a exemplos dentro da Ordem, pois há exemplos aos quais procuro seguir tanto em casa, na família, como na vida. Como havia dito, os Mestres Conselheiros Estaduais que o meu Capítulo já possuiu, mostraram que o trabalho deve ser executado da melhor forma que você puder; os Past-Mestres Conselheiros, principalmente, os dos últimos cinco anos do Capítulo, aos quais tive um contato maior, também me passaram suas experiências e seu amor e dedicação pela Ordem DeMolay; vários seniores DeMolays que muito me aconselharam; e, especialmente, ao Tio José Nicodemos, ao qual tenho um imenso respeito, não só pelo que fez e faz pela e na Ordem DeMolay, mas também por praticar os ensinamentos adquiridos em sua vida diária, desde que tive maior contato com ele, a cada conversa, ele passa um pouco de sua sabedoria, é a pessoa mais sábia que conheço, com uma impressionante visão de futuro, só por conhecê-lo sou eternamente grato a Ordem DeMolay.
5 - É com atitude que se cresce, qual vai ser a atitude do gabinete estadual para com os capítulos?
O lema escolhido representa nossa missão, desenvolver pessoas para serem pessoas melhores. O exemplo é ponto central do nosso programa. Ninguém, em época nenhuma da história, segue um líder que não dá direção, um rumo, não tem objetivos e muito menos perspectivas de futuro aos seus liderados. Assim, colhi algumas idéias, ouvi irmãos, seniores, maçons e lideranças, e junto com os irmãos que hoje compõem o Gabinete juntamente comigo procuramos executar nosso programa de Gestão onde procuraremos ser transparentes, sérios, coerentes. Esperamos que os DeMolays confiem no nosso trabalho e acreditem que eles próprios sempre possam fazer mais e melhor, aquilo que já fazem bem hoje. Estamos dispostos a prestar à devida assistência a todos os capítulos, não somente com visitas presenciais, mas também repassando ensinamentos através de treinamento direcionado a padronização das rotinas administrativas dos capítulos, e nesse ponto que gostaria de captar as experiências individuais, pois sabemos que existem Capítulos que divergem em organização.
6-Alguns capítulos principalmente os situados em cidades do interior onde a ordem DeMolay ainda é pouco conhecida encontram problemas na indicação de nomes para iniciação principalmente por causa dos preconceitos em relação à maçonaria, preconceitos esses causados pela falta informação sobre ela e sobre nossa ordem, com base em sua experiência como Mestre Conselheiro de seu capítulo que conselho poderia dar a esses capítulos?
Creio que as ações sociais é um meio de desmistificar a Ordem DeMolay para os que ainda têm preconceito com ela, mas a filantropia deve ser feita da melhor maneira possível, de maneira organizada e que, por exemplo, a campanha seja grandiosa,envolvendo vários segmentos da sociedade. Podemos fazer cerimônias públicas, cerimônias de apresentação da Ordem. Depois que o forasteiro for aprovado, deve-se ir à casa dele quantas vezes for necessário, um DeMolay experiente pode conversar com seus pais, e, caso o Capítulo tenha, o Clube de Mães pode ajudar muito nesse sentido, conversando com os pais do forasteiro.
Acredito que chegará o tempo em que a Ordem estará tão conhecida que não será necessário tanto trabalho para iniciar um jovem, as famílias que desejaram que seus filhos sejam DeMolays, mas para isso temos que manter a base, manter a estrutura, a qualidade.
7 - Em diversos sites na internet destinados a causa Demolays você pode encontrar vários textos falando sobre como motivar os maçons a frequentarem às reuniões do capítulo, em sua opinião o que os capítulos podem fazer para incentivar os tios maçons a frequentarem as reuniões do capítulo?
De início, não deveria existir esse problema, pois é dever da Loja patrocinadora assistir ao capítulo, não só comparecendo nas reuniões, mas apoiando em todos os eventos. Porém, se há o problema, os DeMolays devem demonstrar que tem qualidade em suas atividades, que são responsáveis e que merecem o seu respeito, e que os objetivos da Ordem são sérios e que vocês estão empenhados em realizados da melhor maneira. O Conselho Consultivo, se atuante, pode fazer com que mais maçons compareçam as reuniões e mostrar o quanto a Ordem é interessante; quando for entrar um novo membro no Conselho Consultivo, os Consultores atuais devem realizar uma espécie de curso, uma exposição de quais são os seus deveres para com o Capítulo, para que não seja um membro do Conselho e não desempenhe a sua função. A respeito deste problema, acredito que irá diminuir muito com o ingresso dos seniores no Conselho Consultivo e na Maçonaria.
8- Como cavaleiro qual é em sua opinião e o papel do cavaleiro dentro do capítulo?
Tenho a Ordem da Cavalaria como uma continuidade da Ordem DeMolay, são passados outros ensinamentos que aperfeiçoa o DeMolay. Claro que o cavaleiro não deve ser hierarquicamente maior que o não-cavaleiro por este motivo, não deve ter preferência por ser cavaleiro; deve continuar desempenhando seu papel no Capítulo com mais responsabilidade, pois o DeMolay ao se tornar Cavaleiro deve servir mais, ser mais honrado, ser fiel em sua palavra, não mentir, ser reconhecido por seus atos, ser honesto; deve servir de exemplo para os próprios DeMolays.
9- O sênior Demolay muitas vezes é mal visto dentro do capítulo por querer dar opinião em tudo, em sua opinião qual a função do sênior dentro do capítulo?
O sênior deve servir exemplo. Mostrar o que a Ordem acrescentou a sua vida, passando os conhecimentos adquiridos, pois é um propósito da Ordem fazer com que seus membros repassem o que aprenderam, e, como exemplo poderia assistir os irmãos nas cerimônias de iniciação e elevação. Ao agir como “palpiteiro” ele está desconstruíndo o papel que deveria ser da liderança. Ao aprender a lição tolerância o DeMolay se posiciona para o horizonte e procura desenvolver uma visão aberta cujo alcance e maior, não devendo a se prender a questões pontuais, muito embora pareçam significantes, mas claro isso não lhe dá o direito de agir como um DeMolay ativo, pois estes precisam tomar suas próprias decisões, estes que estão na vez de aprender, o sênior deve aconselhar e será de grande valia sua presença no Conselho Consultivo. Alguns irmãos e Tios com quem questiono este problema acrescentam que isto ocorre por inação do Conselho Consultivo. Quanto os Conselheiros (refiro-me a maçons experientes e dedicados) estão presentes, coordenando as atividades DeMolays este problema é minizado e o fato de um Sênior integrar o Conselho ou este ser composto majoritariamente por Seniores, também não quer dizer que o problema foi resolvido. É uma questão de posição ética, de conduta, de postura do consultor. É a linha tênue que separa o demolay ativo do sênior ou sênior consultor. Visto que o sênior não amadureceu o suficiente (aos 21 anos) para exercer um papel tão importante quanto o consultoria. Ainda temos muito a avançar nesta questão. Mas acredito que na maioria dos casos a presença dos Seniores nas atividades capitulares são positivas.
10- Quais são as principais diferenças entre o Thiago Freire Araújo antes de ser DeMolay e o Thiago Freire Araújo após a iniciação?
Em sentido objetivo, eu era muito tímido, não gostava de falar, com meu ingresso na Ordem, deixei mais essa timidez, até porque tive alguns professores de oratória dentro da Ordem; com certeza, aprendi a ouvir mais; a ser mais responsável; a dedicar-me nas coisas que faço, fazendo tudo da melhor maneira.
Em sentido subjetivo, desenvolvi uma visão de futuro; adquiri muitos conhecimentos, de como tratar as pessoas, de como passar esse conhecimentos, agir da forma correta, dentro da lei, de como motivar; aprendi a administrar; liderar; e, até de certo forma, entender a psicologia humana, como as pessoas pensam, porque acham que isto está correto e isto está errado, em um momento de dificuldade o indivíduo está propenso a agir dentro da lei ou contra ela.
Tenho uma profunda gratidão com a Ordem DeMolay, não seria o que sou hoje se não fosse DeMolay. Se um DeMolay procurar viver de maneira digna, com retidão, seguindo os princípios da Ordem, com certeza será um homem de bem e será grato por ter ingressado na Ordem. Será um destaque em seu trabalho, realizando suas funções da melhor forma, e ele terá orgulho de dizer que aprendeu na Ordem DeMolay.
Ganhei responsabilidades. Particularmente, penso ser um DeMolay como um homem ético, um DeMolay deve ser exemplo, isto é um dever, uma responsabilidade do DeMolay perante os outros e com a instituição, por isso a Ordem DeMolay faz parte da minha vida nunca a esquecerei, por isso tenho a certeza que serei um homem de bem, como um Sênior do meu Capítulo diz “é melhor do que qualquer curso, de que qualquer universidade”. EU AMO A ORDEM DEMOLAY!
11 - Quais seus planos para o futuro em relação à Ordem Demolay? Pretende ser iniciado na Maçonaria?
Penso em aproveitar o meu tempo de Ativo da melhor maneira que puder. Atualmente, ocupando a função de Mestre Conselheiro Estadual, pretendo fazer o que estiver ao meu alcance para que os Capítulos da Paraíba ganhem mais qualidade, para que possamos melhorar as pessoas, para que a Ordem DeMolay Paraibana se eleve ainda mais a nível nacional. Em relação à Maçonaria, ainda falta dois anos para completar 21 anos, mas um dia pretendo, acredito que posso passar o que aprendi para aos Ativos e usar dos conhecimentos que aprendi na Ordem dentro da Maçonaria, nesta são passados outros conhecimentos que o Maçom deve adquiri e praticá-los em sua vida, mas a questão de se tornar Maçom será com o tempo, penso em terminar meu curso e conseguir minha estabilidade, após isto estarei apto a me dedicar a novos desafios.
12-Qual a importância de Demolays nas fileiras Maçônicas para ajudar os capítulos?
Primeiramente, o Sênior é DeMolay e já sentiu o que é ser DeMolay Ativo, com isso pode usar sua experiência para solução de controvérsias, para aconselhar, até porque deve servir de exemplo, mostrando que ele seguiu um caminho de retidão e agora se tornou um homem.
Claro que existem muitos Maçons, que não foram DeMolays, que se dedicam a Ordem, prestam a sua contribuição da melhor forma que podem, e às vezes se dedicam mais que alguns Seniores. Os Seniores chegam para unir-se a esses adultos, aperfeiçoarem as lições de lealdade e tolerância para agora desempenhar melhor o seu papel do Sênior DeMolay.
13 -Agradeço o irmão pela enorme atenção que deu ao blog desde o primeiro contato que foi feito e por nos responder essas perguntas, para finalizar gostaria de deixar algum recado para os nossos irmãos Demolays?
Não sou uma pessoa difícil. Também não sou um super demolay. Acredito que não é o Cargo que me faz importante. Tornei-me importante por que resolvi fazer aquilo que gostaria de fazer. Assim, se você gosta de ser um DeMolay, valorize seu tempo, dedique-se a fazer o que lhe for confiado da melhor maneira possível. Não faça de qualquer jeito, pois é você que está fazendo. Faça sempre o melhor, capriche, pois o resultado final é ganho para todos. Você é seu Capítulo e seu Capítulo é você. Serás feliz se fizerdes bem aos outros. Não luto pelo que acredito ser bom, mas para fazer melhorar o que está bom. Tenham atitude, porque “Com Atitude, Se Cresce”.
Saudações em DeMolay!!!!!!!
Blog do Bethel #008 HR Elba de Souza Monteiro
Galera o blog do Bethel HR Elba de Souza Monteiro,http://bethelhresm.blogspot.com, da cidade de campina grande, muito legal o blog das meninas vale a pena conferir.
Dica de Livro : Coleção: Os Reis Malditos ,Volume 1 : O REI DE FERRO

O primeiro volume da série é O rei de ferro. Ele é um romance histórico baseado no reinado de Felipe, o Belo, que governou a França de 1285 a 1314 e era o décimo primeiro rei da dinastia capetiana.
Felipe ficou conhecido por governar com rigidez. Falava-se que sobre seu regime, “a França era grandiosa e os franceses infelizes”. Teve três filhos (Luís X, o Teimoso; Felipe V, o Caolho e Carlos IV, o Belo), os quais assegurariam sua dinastia e casou a filha Isabel com o rei Eduardo II da Inglaterra.
Felipe, o Belo, tinha alianças até na Rússia e era bastante rico. Para sustentar o padrão de vida, aumentava o valor do ouro e diminuía o peso. As revoltas eram constantes, mas tudo e todos deveriam curvar-se perante o rei. Somente um poder ousou enfrentá-lo: Ordem dos Cavaleiros do Templo, uma mistura de organização militar, religiosa e financeira. A independência dos Templários assustava Felipe e o tesouro deles o invejava.
A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão ficou mais conhecida como Ordem dos Templários e foi criada por nove cavaleiros de origem francesa. O objetivo principal era a proteção dos peregrinos que iam a Terra Santa durante as Cruzadas. Todavia, a importância econômica e política da Ordem aumentaram quando começaram a ser doadas terras à ordem por toda a Europa.
A Ordem cresceu tanto que assustou Felipe e o Papa Clemente V, o qual afirmou ter uma visão e acusou os integrantes da organização de heresia e outros comportamentos de blasfêmia. Os cavaleiros foram perseguidos, mortos, torturados, queimados nas fogueiras. Porém o objetivo do rei francês não foi alcançado. Ao tentar se apossar do tesouro da Ordem, os sobreviventes já haviam partido misteriosamente. O destino que teriam tomado é incerto: talvez Portugal, Inglaterra ou Escócia.
Foi contra os Templários que foi montado o mais longo processo da história, o qual durou cerca de sete anos e teve mais de 15 mil acusados! A história do primeiro volume da coletânea Os reis malditos começa no término do sétimo ano com a morte do grão-mestre da Ordem – Jacques de Molay – em 1314 e termina com a coroação de Felipe VI como rei em Reims em 1328.
Capítulo União do Vale do Paraíba inaugura Galeria de Past-Mestres Conselheiros
No último sábado (28/08) o Capítulo União do Vale do Paraíba nº. 686 na presença dos Tios Renato Oliveira (Venerável Mestre da Loja Duque de Caxias), Élson de Morais (PCC), José Nicodemos e Adjamilton Lopes (Consultor do Capítulo) e dos Irmãos Thiago Freire (MCE-PB) e Ricardo Barbosa (MC do Capítulo Templários do Piemont), Inaugurou a Galeria de Past-Mestres Conselheiros "José Nicodemos de Oliveira Alves", uma homenagem ao Tio José Nicodemos por sua grande contribuição para que o Capítulo União do Vale do Paraíba vinhesse a ser fundado.
Capítulo União do vale do Paraíba participa desfile cívico do dia 7 setembro
O Capítulo "União do Vale do Paraíba" n° 686 patrocinado pela ARLS "Duque de Caxias" n° 14, localizado na cidade de Itabaiana-PB. Fez-se presente no desfile cívico em comemoração ao Dia da Independência do Brasil (07/09), nas cidades de Juripiranga-Pb e Itabaiana-PB.Nossa comitiva saiu de Itabaiana pela manha com destino a Juripiranga-Pb onde desfilamos no final da manhã e voltamos à tarde para o desfile cívico em nossa querida cidade
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